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Conheça os 15 P(s) para o planejamento estratégico do empreendimento rural

Previsão: devemos ampliar a capacidade de nos antecipar ao que pode ocorrer no futuro, às mudanças macroambientais e aos impactos, antes que aconteçam. Esteja entre os que surpreendem e não entre os que são surpreendidos. Políticas públicas: o papel das políticas públicas e da regulamentação do governo sobre as empresas deverá ser crescente nos próximos anos. Devemos acompanhá-las, interferir usando nossas associações, quando necessário, e nos preparar para enfrentá-las. Dentre os exemplos, podemos citar o marketing direcionado às crianças e as determinações que envolvem regulamentos financeiros globais. Planeta: o crescimento da importância da preservação do meio ambiente e de questões relacionadas com o planeta deve fazer parte de nossos temas de planejamento. Pessoas: tanto o crescimento da importância da responsabilidade social empresarial e das relações com os empregados como com pessoas dentro das empresas, com acionistas e com os demais stakeholders vai aumentar. Há interesse crescente dos consumidores e da mídia em relação a esses assuntos. Produtividade: existe uma pressão por uso mais adequado de recursos escassos e por produzir mais a custos ainda mais baixos, um movimento que demonstra a necessidade da produtividade para as empresas. Proveito final (lucro): o mundo se depara com um acionista globalmente conectado que pede e compara o valor entregue com várias opções de investimentos. Portanto, o lucro definirá a capacidade de financiamento, o que é fundamental para o planejamento. Parceiros: a empresa é uma rede integrada, um conjunto de contratos, com alianças e joint ventures. Devemos ter os melhores parceiros em nossos modelos de negócio. Proatividade: planejar sem executar não funciona. Precisamos desenvolver uma cultura interna e um comportamento que façam com que os planos sejam executados e, para tanto, desenvolver a proatividade das pessoas e das empresas. Prestadores de serviços e fornecedores: há uma necessidade permanente de reorganizar a cadeia de suprimentos e de prestadores de serviços em termos de valor e de inclusão. Acredito que essa inclusão é um dos assuntos mais importantes para o futuro e que as empresas serão avaliadas por sua capacidade de promovê-la. Processos: no planejamento de nossas atividades, devemos rever todos os procedimentos/processos a fim de simplificar o modo de fazer as coisas, economizando tempo, recursos e promovendo a simplicidade. Portfólio: do ponto de vista do marketing, precisamos, como empresas, oferecer produtos e serviços em uma abordagem de “solução para os problemas dos clientes”, além de possuir uma carteira de produtos e negócios adequada e harmônica. Ponto de venda: mais do que na abordagem tradicional dos canais de comercialização, os locais em que nossos produtos serão encontrados devem ser projetados como pontos de venda e de contato com os consumidores, propiciando a conveniência e a troca de informações e de experiências. Promoção: com as novas gerações e as novas formas de mídia, o planejamento deve pensar em uma atividade de comunicação integrada, para manter um fluxo permanente de informações com os mercados e os consumidores, visando rapidez e reação imediata. Preços: ao planejar os preços, necessitamos de uma estratégia integrada e criativa que aumente o valor para a empresa e seus acionistas e a satisfação do consumidor com os benefícios dados no processo de compra. Projetos: por fim, em qualquer processo de planejamento, precisamos organizá-lo, e à proatividade, com uma abordagem de gestão de projetos que faça as coisas acontecer de maneira estruturada. Planos e atitude proativa sem projetos organizados podem acabar não contribuindo para a eficiência. Você quer aplicar os 15 P´s em sua propriedade rural? Vem para o curso de Gestão Integrada de Fazendas. Inscreva-se aqui.

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