Você pode até dominar ferramentas e conhecer as principais metodologias, mas será que isso te prepara para lidar com equipes globais, conflitos de interesse e decisões complexas? Na prática, a gestão de projetos exige técnica, visão crítica e capacidade de adaptação.
Confira como o MBA em Gestão de Projetos USP/Esalq foi a peça-chave para a carreira da Gabriela Santos decolar na área!
Quando a teoria encontra um problema real
No dia a dia corporativo, o maior desafio não está no método, mas na execução em cenários de alta complexidade. Durante um programa de trainee, Gabriela se deparou com uma lacuna comum: a dificuldade de alinhar stakeholders em contextos diversos.
“Me deparei com o desafio de comunicar e engajar colaboradores localizados em diferentes países.”
Esse cenário expõe uma das maiores lacunas do gerenciamento de projetos: a dificuldade de alinhar stakeholders em contextos diversos. Na prática, isso impacta diretamente o projeto:
- Falhas de comunicação geram retrabalho;
- Expectativas desalinhadas atrasam entregas;
- Decisões ficam mais lentas e menos assertivas.
Essa “dor” real motivou seu Business Case. Na prática, a falta de estruturação nesse processo impacta o ciclo de vida do projeto, gerando retrabalhos e decisões lentas. A busca por uma solução não foi apenas acadêmica, mas uma necessidade de sobrevivência profissional.

Comunicação não é suporte, é estratégia de projeto
Um dos grandes aprendizados da Gabriela foi entender que a comunicação não é algo secundário, mas parte do planejamento central. O desafio aumenta quando as barreiras são culturais e linguísticas:
“Engajar pessoas que estão em países distintos, com culturas, idiomas e níveis hierárquicos variados é um desafio significativo.”
Esse tipo de cenário exige decisões estruturadas sobre como conduzir a comunicação ao longo do ciclo de vida do projeto.
Ao aplicar os conceitos do MBA, ela passou a tratar a comunicação como um ativo estratégico, definindo os recursos necessários para cada público:
- Canais específicos: escolha da ferramenta certa para cada cultura;
- Frequência ideal: evitar o ruído e a sobrecarga de informação;
- Gestão de expectativas: alinhamento técnico entre diferentes níveis hierárquicos.
“Aprofundar o entendimento sobre as pessoas e sobre como se comunicar de forma mais eficaz foi essencial.”
O impacto na tomada de decisões e no gerenciamento dos riscos
O diferencial de uma formação de alto nível, como o MBA em Gestão de Projetos USP/Esalq, é transformar conhecimento em capacidade de ação. Para Gabriela, compreender a base teórica trouxe clareza para o gerenciamento dos riscos interpessoais e uma visão orientada ao longo prazo.
“Compreender a teoria por trás das decisões torna a aplicação muito mais tangível e estruturada.”
Essa estrutura permite uma alocação eficiente dos recursos necessários, garantindo que o gerenciamento dos recursos humanos e financeiros esteja alinhado aos objetivos estratégicos da organização.
Aplicação real e ascensão profissional
Hoje, atuando com projetos para toda a América Latina, Gabriela utiliza os aprendizados como ferramentas de trabalho diárias. A segurança adquirida no curso reflete-se na condução de reuniões mais produtivas e na antecipação de conflitos.
E é aqui que o MBA deixa de ser teoria e passa a ser ferramenta de trabalho.
“O MBA trouxe um diferencial importante, especialmente no que diz respeito à segurança e à confiança profissional.”
Essa confiança é o que permite ao gerente de projeto se posicionar com autoridade, melhorar sua argumentação e liderar entregas de alto impacto.
A trajetória da Gabriela Santos mostra que a gestão de projetos atual exige muito mais do que domínio técnico: exige visão sistêmica e segurança na tomada de decisões. Quando teoria e prática caminham juntas, o crescimento profissional é uma consequência natural.
Se você quer desenvolver essas competências e se destacar no mercado, o MBA em Gestão de Projetos USP/Esalq pode é o próximo passo na sua trajetória!
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