Em ambientes onde a rotina envolve projetos, atendimentos, expectativas e diferentes perfis, a condução de pessoas se torna parte do trabalho. Para quem atua na pesquisa, na gestão acadêmica e na saúde, isso é ainda mais evidente, especialmente quando o trabalho envolve desenvolvimento de equipes. No caso de Jônatas de Oliveira, a experiência acumulada no doutorado, no consultório e na área ambulatorial mostrava que a gestão de pessoas estava presente em todas as etapas da sua carreira na saúde, mas sem formação estruturada.
Essa lacuna o levou a buscar um direcionamento. O MBA em Gestão de Pessoas USP/Esalq surgiu como a oportunidade de compreender a lógica por trás das práticas que já aplicava no dia a dia. Neste artigo, você vai conhecer essa trajetória, as reflexões que o acompanharam e o que mudou em sua forma de trabalhar com equipes e pacientes.

Contexto e motivação: quando a prática revela a necessidade de gestão
Antes de iniciar o MBA, Jônatas estava no meio do doutorado e já atuava diretamente com pesquisa. Ao mesmo tempo, seu trabalho na área da saúde exigia contato constante com pessoas, processos e decisões. Apesar disso, a gestão nunca havia sido ensinada de forma formal.
Ele comenta que muito do que sabia veio da experiência prática e de influências pontuais, como a iniciação científica e a orientação que recebeu no início da carreira. Mesmo assim, percebeu que faltavam fundamentos para entender as relações, organizar processos e adotar uma gestão humanizada, capaz de evitar erros comuns e fortalecer sua atuação de liderança no ambiente acadêmico.
Jônatas resume essa percepção dizendo:
“Professores universitários precisam fazer gestão, mas não são formados para isso.”
Esse entendimento foi o ponto de partida para buscar um curso que unisse teoria, técnica e possibilidade de aplicação direta.
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Por que o MBA em Gestão de Pessoas USP/Esalq
A escolha pelo MBA aconteceu de maneira consciente e alinhada às demandas da atuação de Jônatas.
1. A atuação em diferentes frentes
Pesquisa, consultório, condução de grupos e gestão de projetos de pesquisa exigiam domínio maior sobre como lidar com pessoas. A gestão aparecia em todos esses cenários, mesmo sem ser nomeada.
2. A necessidade de base teórica
Jônatas queria validar práticas, estruturar processos e entender com mais fluidez como apoiar equipes em suas rotinas. Ele buscava compreender teoria e método para além da experiência acumulada.
3. A credibilidade da USP/Esalq
A formação oferecia profundidade e consistência, além de um formato possível de conciliar com trabalho, pesquisa e vida pessoal.
Essa combinação tornou o MBA o caminho mais coerente para avançar.
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Aprendizados e experiência dentro do curso
Durante o MBA, alguns pontos ganharam destaque para Jônatas. Um deles foi compreender melhor como equilibrar relações humanas e processos formais. Segundo ele, a gestão de pessoas se torna mais coerente quando se entende o contexto de cada um, suas necessidades, seu tempo e seus pontos de melhoria.
Ele comenta:
“Entender o universo do outro foi essencial para ganhar confiança e construir relações de trabalho mais sólidas.”
A convivência com professores e colegas, cada um com sua experiência e trajetória, também acrescentou repertório. O contato com diferentes formas de pensar e conduzir equipes trouxe novos olhares para a pesquisa e para o consultório.
Além disso, o ritmo do curso exigiu organização, mas proporcionou aprendizado contínuo. Jônatas destaca que sente saudade de algumas aulas, o que revela o envolvimento real com a formação.
Conciliando rotina, pesquisa e vida pessoal
Entre prazos e atendimentos, o MBA entrou no fluxo do dia a dia. Essa adaptação tornou sua semana mais estruturada. Uma experiência que trouxe amadurecimento e discernimento sobre como organizar prioridades, habilidade que ele leva para todas as frentes em que atua.
Resultados concretos: pesquisa, consultório e novas práticas de gestão
O impacto do MBA se tornou visível na prática.
Aplicação direta na pesquisa
No grupo de pesquisa independente que coordena, Jônatas conseguiu validar muitos dos processos que já realizava. Ao mesmo tempo, adotou novas abordagens que ampliaram as possibilidades de desenvolvimento do grupo. A formação permitiu enxergar caminhos de evolução que antes não estavam delimitados.
Transformações no consultório
Para além da pesquisa, o MBA influenciou sua atuação clínica. Jônatas passou a usar analogias da gestão para trabalhar temas como mudança de comportamento, saúde mental e alimentação. Essa abordagem tornou o atendimento mais evidente para os pacientes, especialmente aqueles que vivem rotinas de estresse ou passaram por burnout.
Um exemplo disso é a entrevista concedida à InfoMoney sobre jejum intermitente, comportamento alimentar e saúde mental, em que ele relaciona temas que hoje entende com mais profundidade.
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Novas possibilidades de carreira
Após o MBA, Jônatas passou a considerar com mais seriedade oportunidades no mundo corporativo, especialmente em funções que envolvem gestão de pessoas e processos. Ainda assim, mantém forte vínculo com a atuação na pesquisa, área que continua sendo central em sua trajetória.
Transformação profissional e visão ampliada
O MBA não apenas ofereceu fundamentos técnicos, mas também reorganizou a forma como Jônatas compreende a gestão humana. A partir do curso, foi possível conectar teoria e prática, alinhar expectativas e interpretar com mais consciência o que cada pessoa traz para os projetos.
Ele resume essa evolução em uma frase que representa sua jornada:
“Conheça a personalidade das pessoas, sua história, seus desejos e como seus valores se relacionam com as metas do projeto.”
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Conclusão
Muito do que se vive no trabalho não é ensinado na formação tradicional. O MBA em Gestão de Pessoas USP/Esalq trata justamente dessas lacunas. Se essa perspectiva faz sentido para você, vale considerar a formação.
Quer evoluir sua carreira na gestão de pessoas? Conheça o MBA em Gestão de Pessoas USP/Esalq e inscreva-se agora.
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